sábado, 1 de março de 2008

É como sair cantando bem alto na praia a noite, tudo que tem dentro de ti sai com a facilidade das ondas quebrando e todas as tuas palavras saem sorrindo para o mundo. Independente da música ou do compassao, ritmado ou não, tuas lágrimas se secam com o vento que toca teu rosto e tudo fica pra trás, menos a felicidade de ser.
Sempre há a pergunta sobre a necessidade da existência das tais lágrimas, mas o que seria do vento sem ter o que secar? Lá mais uma vez está ele, sentado nos seus pensamentos carregando um peso cada vez maior, nem os sopros ajudam, nem a fúria de Tor.

Um comentário:

Pagan Poetry disse...

Foi um dia bonito :)